A COOPEL

EM

JANEIRO 2020

9.913.787L Total de leite recebido Em JANEIRO 2020
218.390L Media diaria Do leite fornecido
231 Associados Fornecedores
1 Novo produtor Associado

Coopel informa

Amizade de longa data

14 de Fevereiro 2020

A família de Mário Lúcio Campos Machado, 59 anos, proprietário da Fazenda Marruás, em Pompéu Velho, é associada da Coopel há 54 anos. O produtor sempre contou com a orientação dos técnicos e as melhores condições para a compra de insumos. “A Coopel sempre me ajudou demais porque fazemos a compra parcelada. Ainda tem os profissionais que nos ajudam na hora da compra e uma equipe muito boa de técnicos”, elogia Mário Lúcio.  


O produtor costuma comprar todos os insumos (farelo de soja, milho integral moído, adubo, entre outros) na Coopel. “Os agrônomos, veterinários e vendedores são muito especiais como o Edilúcio, Geraldo, César e o Leandro. O Geraldo acompanha as lavouras e temos um excelente suporte toda vez que precisamos”, enumera.


O agrônomo Geraldo Roberto da Coopel explica que a instalação do novo sistema de pivô de 20 hectares foi um investimento que transformou o caso de Mário Lúcio num grande sucesso: “Na primeira lavoura tivemos uma produtividade de 48 toneladas por hectare obtidas apenas com correção feita com gesso, calcário e adubações necessárias”, explica. “Agora estamos com a lavoura instalada no ponto de silagem e acredito que vamos atingir 55 toneladas de silagem (matéria verde) por hectare”. 


O grupo acompanhou de perto o plantio, o controle de pragas e ervas daninhas, por exemplo. Hoje a propriedade está no ponto mais importante desse processo, a silagem. “Esse momento é crucial. Se nosso assessorado cortar na hora errada, ele perderá dinheiro. A gente procura acertar esses ponteiros para o produtor”, pontua. O fazendeiro também tem investido em piquetes rotacionados com o acompanhamento da veterinária Adriana. Com isso, Mário Lúcio passou a pesar o leite, a mensurar os números, distribuir a ração de forma mais correta, como, por exemplo, dar mais ração para o animal que produz mais leite. “Hoje a fazenda conta com investimentos em silagem de alta qualidade, melhoramento genético e agora passamos a fazer piquetes rotacionados para melhorar a qualidade do leite”. 


A Coopel cobre todas as áreas da fazenda com insumos, produtos veterinários e toda a assistência técnica. No entanto, para Edilúcio, vendedor externo, o grande motor do crescimento da fazenda é a família de Mário Lúcio. “Nós percebemos que são pessoas que se dedicam a melhorar a qualidade do leite, da fazenda em si, e, principalmente, a vida dos filhos”. 


Edilúcio acompanha a propriedade há 14 anos. “É uma fazenda que apresentou grande evolução. Era uma propriedade que não dava toque nas vacas, não pesava o leite e comprava ração pronta. Com toda conversa, passamos a fazer a ração aqui na fazenda com os insumos comprados na Coopel com preço cada vez mais acessível”, enumera. Com isso, a fazenda de Mário Lúcio produz muito mais leite e silagem de alta qualidade. 


A propriedade produz cerca de 2.200 litros de leite todos os dias, possui 170 vacas em lactação e um total de 800 cabeças. Recentemente Mário Lúcio construiu os piquetes, fez melhorias no curral e sombrites, além do pivô, feito há dois anos com a orientação da técnica Adriana. “O pivô tem nos ajudado muito a melhorar o gado”, comemora.
Mário Lúcio admite que tantas mudanças seriam mais difíceis de serem realizadas sem o direcionamento da Coopel.

“Nós teríamos muito mais dificuldades em executar tantas coisas boas. Por isso, quero agradecer ao presidente da Cooperativa e pedir mais união aos produtores para que melhorias aconteçam para todos nós”. 
O fazendeiro é casado com Luiza Maria de Campos e o casal tem três filhos: Camila Campos Machado, João Paulo de Campos Machado e Marcus Vinícius de Campos Machado. 
 

Sempre alçando novos vôos

9 de Fevereiro 2020

Em 15 anos de colaboração profissional com a Coopel, a técnica em contabilidade Renata Conceição Costa de Oliveira, 33 anos, é incansável na busca do conhecimento. Ao recordar a sua entrada na Cooperativa, em 2005, a funcionária se lembra com orgulho da sua primeira ocupação. “Entrei na Coopel durante a gestão do presidente Valdir. Comecei trabalhando como telefonista, posto que ocupei por cerca de três anos”. Sua trajetória seguiu pelo setor fiscal e, posteriormente, ela teve sua primeira experiência na área contábil,  onde atuou por dois anos.  “Retornei ao fiscal e devido à experiência que tive no passado voltei para a contabilidade”, comemora. “Faço parte da equipe do Vanderci e sou muito grata porque essa é uma área que gosto muito”. 


Foi depois de ser contratada pela Coopel que Renata formou-se como técnica em contabilidade com a política de bolsas de estudos fomentada pela Cooperativa. “A Cooperativa mudou muito a minha vida na área do conhecimento. Comecei como telefonista e hoje estou técnica de contabilidade. Sou muito grata à Coopel por ter financiado parte da bolsa de estudo”, reconhece. “Atualmente faço o quarto período da faculdade de licitação em empresas”.  Renata planeja para o futuro continuar estudando para ocupar outros postos de destaque. 


Renata valoriza o clima amigável entre os colaboradores da Coopel e, depois de tantos anos na casa, ela tem relações sólidas com alguns companheiros de trabalho fora do ambiente profissional. Para ela, trabalhar na Coopel é um orgulho.

 

“A Coopel ajuda a economia de Pompéu e gera muitos empregos”. 


Fora do trabalho a colaboradora gosta de aproveitar momentos em família. Renata é casada com José Libério Araújo, 37 anos, com quem tem o filho, Artur Ribeiro Araújo, de cinco anos. “Gosto de estar com o meu filho, levá-lo para andar de bicicleta, fazemos brincadeiras de criança. Volto a ser criança no fim de semana com o meu filho, porque gosto de resgatar brincadeiras da minha infância com ele”, explica. 
 

Uma apaixonada pela vida no campo

25 de Outubro 2019

Tatiana Lionara Rodrigues de Oliveira, 39 anos, é formada em Administração com especialização em Comércio Exterior pelo Centro Universitário Newton Paiva em 2003. Após assumir uma missão dada pela avó, em 2015, ela voltou de vez para Pompéu. “Com a morte do meu avô (em 2004), minha avó fez o convite para que eu viesse para Pompéu tomar conta das fazendas (eram quatro no total). Ela fez a divisão das propriedades para os quatro netos. Essa fazenda, com 360 hectares, ficou para mim. Estou aqui há 14 anos”, relata.


Desde então Tatiana emprega todo seu conhecimento para administrar a Fazenda Lapa, que fica no Município de Pompéu. Responsável pela parte administrativa do negócio, a fazendeira começa as atividades sempre muito cedo. “Sete dias por semana levantamos bem cedo, por volta das 4h30 ou 5h30 e já começamos a trabalhar. Fico na parte administrativa da fazenda: faço compras, a parte financeira e ajudo meu marido (Edson Souza Garcia, 37 anos). Na parte da tarde eu costumo passar pelo curral e pela pista de alimentação conferindo a produção e o rendimento das bezerras. O dia a dia é muito corrido, mas muito prazeroso. Amo o que eu faço!”. Tatiana e Edson são pais de Leonardo Rodrigues Garcia, de 5 anos. Para acompanhar a rotina do filho, Tatiana concentra suas atividades na parte da tarde. “A educação dele exige muito de mim”, confessa. 


A propriedade abriga em torno de 530 cabeças de gado, num rebanho exclusivamente dedicado à produção de leite. São 240 animais lactantes. No composto ficam 160 cabeças e as outras 80 ficam nas pistas de alimentação. São cinco lotes no total. A produção é exuberante: Uma média de 28 litros de leite por cabeça, o que rende cerca de 7 mil litros de leite todos os dias. Para tamanha demanda, a ordenha precisa ser feita em três turnos. “A parte operacional fica sob a responsabilidade do Edson, meu esposo”, conta Tatiana. A maioria dos animais são da raça ¾. Recentemente os administradores começaram a trabalhar com gado holandês. 


De olho em rendimentos para o futuro e a diversificação das atividades, a fazenda tem passado por algumas intervenções. “Temos outro galpão em fase de construção que vai abrigar 70 cabeças, 35 serão para o pré-parto. Todo mês temos um número de 35 cabeças para entrar em trabalho de parto. E temos a previsão de colocar as outras cabeças para as novilhas recém-paridas”, explica Tatiana. No ano passado foi construído o pivô central, com cerca de 25 hectares. Outro pivô já está sendo providenciado e deve ficar pronto em janeiro. Outra meta é a expansão do galpão (que hoje comporta 160 vacas). “Ano que vem o galpão será ampliado para abrigar mais 80 vacas. Daqui a dois anos vamos investir em gado de corte para diversificar a atividade”, adianta.


Tatiana já atuou em escritórios, mas a paixão pela vida no campo foi mais forte. “Eu trabalhava ambiente fechado no ramo de importação e exportação de ardósia e documentação para exportação. Só me vejo aqui”, garante. “Não tem nada melhor do que acordar cedo para fazer o que eu amo: Cuidar das vacas”, encerra. 

Um empresário perspicaz

24 de Outubro 2019

O proprietário da fazenda Espelho D’água de 900 hectares, situada no Distrito de Silva Campos, região do Diamante, em Pompéu, João Bonafé, 60 anos, é um produtor que não tem medo de inovar. A propriedade conta com cerca de mil cabeças de gado. São 800 cabeças de boi Nelore e Angus, além de 200 animais da raça Girolando. O carro-chefe da fazenda é a produção de carnes. Entretanto, recentemente a produção de leite ultrapassou a impressionante marca de mais de mil litros diários. “Cerca de 23 litros por animal em lactação”, orgulha-se o produtor. 


João Bonafé atuou e aposentou-se como capitão do Exército Brasileiro após 10 anos de atividades. Ele também trabalhou na Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) por 20 anos e atingiu a patente de Coronel na instituição. Contudo, sua história começou na zona rural do Sul do Brasil.

 

“Sou de origem de roça, lá do Paraná. Fui criado em lavoura de café. Sou farmacêutico de formação e tive sucesso na área em Belo Horizonte. Resolvi vender as terras que tinha no Paraná e comprar terras em Minas”, conta. “Fazenda para mim é uma sina. Não abro mão da vida no campo”, decreta. 


Pompéu foi escolhida por acaso. Há 21 anos o fazendeiro viu um anúncio atrativo no jornal, visitou a propriedade, gostou da topografia e da região. Sem pestanejar, fechou negócio. 


Para otimizar e conferir maior qualidade à sua produção, nos últimos dois anos o produtor tem investido na ampliação de espaço para o gado e produção de energia solar. “No último ano plantamos 200 hectares de floresta. Executamos o projeto de irrigação para 15 hectares que será concluído agora e temos mais 40 hectares que serão finalizados no ano que vem (a ideia é ultrapassar a marca de 120 hectares irrigados até 2021). Investimos também em um projeto fotovoltaico que já está sendo executado e será finalizado em outubro. A produção de energia vai alimentar a fazenda e minhas residências”, adianta. Além disso, o João Bonafé calcula um excedente de 10 mil quilowatts/hora de energia que serão empregados na irrigação da fazenda. Para conferir mais agilidade à produção leiteira, o fazendeiro também estuda adotar um método de ordenha mais moderno. 


Cooperado há cerca de 20 anos, toda a produção de leite da fazenda é vendida para a CCPR. João Bonafé realiza todas suas compras de insumos, rações, suplementos minerais, proteinados, sementes e demais produtos relacionados com a produção de leite na Coopel, além de utilizar os serviços técnicos e veterinários da cooperativa.  “A Coopel é uma grande parceira. Tudo melhorou demais! Sou amigo do presidente.  Estou satisfeito e pretendo continuar”, garante. “Minha grande parceria no agronegócio é com a Coopel”. 


João Bonafé divide-se entre Pompéu e a capital de Minas Gerais para a administração de seus negócios. No início da semana, em Belo Horizonte, o fazendeiro participa de sociedades comerciais. No meio da semana ele vem à Pompéu para cuidar de negócios nas áreas de carvão, fazenda e imóveis. O empresário é casado com Nadiara Araújo há 30 anos, com quem tem dois filhos, Diego e João. Já pensando na expansão da família, o fazendeiro não vê a hora de se tornar avô. 
 

Controle das formigas cortadeiras

24 de Outubro 2019

Para o controle de Formigas Cortadeiras, o principal produto utilizado é a isca formicida granulada. Este produto apresenta como principais vantagens: a facilidade de aplicação, alto rendimento operacional, alta eficiência, baixa toxicidade ao homem e ao meio ambiente e condições econômicas compatíveis.


A maioria das iscas formicida possuem somente como ingrediente ativo a SULFLURAMIDA (N-ethylperfluorooctane - 1 - sulfonamide), apresenta características como: ausência de odor (não sendo repelente); age somente por ingestão e de forma lenta. Age diretamente na mitocôndria das formigas, rompendo o fluxo de prótons, evitando assim, a formação de ATP (energia). A mitocôndria é responsável por gerar energia aos insetos. Sem a formação de ATP a formiga fica sem energia e morre. Entretanto, para realizar o controle das formigas cortadeiras utilizando isca formicida, são necessários alguns procedimentos básicos. Esses procedimentos irão aumentar e garantir a eficiência do produto.

Procedimentos

  • A aplicação da isca formicida deve ser a primeira operação a ser realizada na área;
  • Os formigueiros que serão controlados devem estar em atividade;
  • Em caso de áreas com pastoreio de gado, retirar o mesmo pelo menos 15 dias antes de realizar a aplicação;
  • Não aplicar a isca formicida em prenúncios de chuva;
  • Não aplicar a isca formicida em solo úmido;
  • Escolher os olheiros de abastecimentos mais ativos para aplicar a isca formicida;
  • Equipamentos de aplicação de isca formicida aumentam o rendimento, a padronização e a segurança da aplicação.