A COOPEL

EM

JUNHO 2020

5.960.488L Total de leite recebido Em MAIO 2020
192.274L Media diaria Do leite fornecido
220 Associados Fornecedores
2 Novo produtor Associado

Coopel informa

Luis Valadares Machado, 77 anos

14 de Fevereiro 2020

Conhecido em toda região como Roxo, o fazendeiro Luis Valadares Machado, 77 anos, viu o nascimento da Coopel e é uma referência em persistência e longevidade para os produtores locais. O dono da fazenda Passagem Boa, propriedade com 50 alqueires de terra, começou a trabalhar nos campos ainda criança. “Com sete anos eu levantava de madrugada, tirava leite e acompanhava o meu irmão mais velho o dia inteiro campeando, e até hoje não mudei minha rotina”, relata.

 

Ainda na juventude Roxo começou a empreender no agronegócio com uma estrutura bastante limitada. “Eu era catireiro quando rapaz”, recorda. “Comecei a tirar leite com quatro vacas de corte e só tinha um revólver, uma vara de terrão, dois hectares de terra e dois cavalos”. Hoje a propriedade tem 50 vacas e rende uma produção de cerca de 450 litros de leite por dia. “E ainda crio bezerros até os dois anos de idade”, acrescenta o fazendeiro.

 

Roxo testemunhou o nascimento das cooperativas de produtores da região e foi um dos primeiros cooperados da Coopel, onde permanece até hoje. “Não me recordo há quanto tempo exatamente eu sou cooperado da Coopel, mas, tem mais de 40 anos que compro e vendo para a cooperativa”, pontua. Nessa longeva relação, o fazendeiro faz uso, principalmente, dos serviços de medicina veterinária e agronomia. Além disso, Roxo compra insumos como a ração e medicação dos animais. “E também forneço de volta, a venda de leite”.

 

“A Cooperativa evoluiu bastante e tem uma trajetória parecida com a minha”, compara e elogia o fazendeiro. Apesar da idade avançada, Roxo mantém uma ambição jovial e não deixa de fazer planos para melhorias em sua fazenda. “Um sujeito que tem uma trajetória de progresso só pensa em melhorar a propriedade. Continuo progredindo, mesmo com as leis contrárias aos produtores rurais”, declara. “Faço questão de agradecer porque tem mais de 40 anos que vendo e compro da Coopel. A Cooperativa foi uma ajuda muito boa na minha vida”, reconhece.

 

Casado com Marluce Dias de Castro, Roxo também é um apaixonado pelas plantas. “Todo dia eu planto um pé de planta, esse ano foi muito bom de chuva. Na primeira vez plantei quatro hectares de milho e quatro hectares de sorgo”, conta orgulhoso. “Num segundo momento plantei mais um hectare de milho. Também plantei 100 pés de manga,
300 bananeiras e uma roça de mandioca para despesa com sobra”, enumera.

Excelência e Dedicação

9 de Fevereiro 2020

Nascida em Pirapora e residente em Pompéu há 34 anos, a colaboradora Maria Lúcia de Faria, a Lucinha, que trabalha
na Coopel há 18 anos. Ela chegou à Cooperativa por indicação de uma antiga funcionária. “A Deleuza, que era minha vizinha, ficou sabendo de uma vaga na Coopel por meio de sua irmã, a Lia, que me indicou para o Sr. Valdir, presidente da Cooperativa na época”, relembra. A colaboradora é conhecida pela simpatia, prestatividade, competência, companheirismo e também por ser muito falante!

 

Durante cinco anos Lucinha prestou serviço para a Coopel por meio de contrato. “Em 2007 fui efetivada e já tenho 18 anos de casa”, celebra. A conquista de um emprego na Coopel representou um recomeço para a colaboradora. “Eu já tinha mais de 40 anos e seria muito difícil conseguir emprego com essa idade”. Hoje, com 59 anos, Lucinha se prepara para a aposentadoria. “Através da Cooperativa consegui tudo o que tenho. Graças a Deus fiz ótimas amizades e passei a ser uma pessoa melhor. A Coopel é tudo de bom na minha vida!”

 

A trabalhadora compreende que o papel da Cooperativa em Pompéu extrapola as questões econômicas. “A Coopel é uma grande empresa, acolhe todo mundo, gera empregos e dá muitas oportunidades porque a maioria dos funcionários daqui faz faculdade com a ajuda da empresa”, reconhece. “É difícil encontrar uma empresa como a Cooperativa”.

 

A rotina da colaboradora é intensa. “Meu expediente começa às 6h. Limpo o escritório e faço o café em seguida. Lavo os banheiros e varro ao redor”, lista. “Duas vezes por semana lavo os Maria Lúcia de Faria passeios e o laboratório. Na parte do fundo faço a limpeza todos os dias”. A colaboradora trabalha de segunda a sábado. “Os laboratórios são limpos nas segundas, quartas e sextas-feiras. Já a parte do fundo é higienizada nas terças, quintas e sábados. E o escritórios são organizados todos os dias”, detalha.

 

Para se distrair, Lucinha curte a família e exercita a fé. Ela é casada com Nilton Santos de Faria, frentista do posto de gasolina da Coopel. A prestadora de serviço teve dois filhos. Um deles, Júnior, infelizmente é falecido. Seu outro filho é o Leandro, de 35 anos. A colaboradora tem três netos: Maria Luiza, de 13 anos, Lucas Gabriel, de um ano e quatro meses, e Artur Miguel, de um ano e dois meses. “Sou uma avó babona! Gosto muito de ficar em casa e sou muito família. Sempre visito os netos menores e a neta de 13 anos mora comigo”, explica. “Tenho muita fé em Deus e sou católica praticante. Com essa pandemia as igrejas estão fechadas, mas, rezo e faço o que tenho de fazer em casa”, pontua.

 

Lucinha crê que sua rotina mudará muito com a chegada da aposentadoria. “Vou curtir a vida, mas o trabalho vai me fazer muita falta. Quando chega a hora temos que aceitar”, lamenta. “Gostaria de ser para sempre da família Coopel”, declara. Entretanto, junto com o pesar, ela cultiva a esperança e deseja ter saúde para aproveitar a família e os amigos. “Agradeço a Deus e a todos que me ajudaram por tudo o que eu conquistei, como o Juscelino Castelo Branco, a Deleuza, a Lia e o Zé, e, claro, a Cooperativa, que me ajuda até hoje. Gostaria de ser para sempre a família Coopel”.