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Um homem da agropecuária e da agricultura

14 de Fevereiro 2020

Rogério de Campos Freitas, 58 anos, cresceu junto com a Coopel. Filho de fazendeiro, o produtor rural, que também integra a diretoria da Cooperativa, é dono da Fazenda Brito, uma propriedade com 210 hectares que são explorados para a agricultura e para a produção leiteira. “É uma herança de família”, revela.

 

Nascido em Pompéu, Rogério sempre acompanhou seu pai Otoniel Mendes de Freitas na lida. “Fui criado numa família de sete filhos na fazenda Pedro Moreira ajudando, desde menino, na tiragem de leite e na roça”, relembra. Após estudar em Belo Horizonte, o fazendeiro retornou para o seio familiar. “Vim trabalhar com meu pai na fazenda Brito e estou lá até hoje cuidando da nossa raiz no leite. Meu pai foi um dos maiores produtores de leite da Cooperativa de Pompéu”, exalta. O pai de Rogério foi um dos fundadores da Coopel, por isso, a familiaridade do fazendeiro com a principal cooperativa de Pompéu e região é tão forte. “A minha ligação com a Coopel vem desde cedo. Eu já acompanhava as assembleias da cooperativa junto com meu pai”, relembra. Essa proximidade desenvolveu em Rogério uma grande simpatia pelo cooperativismo.

 

“Sou fã de Cooperativa! Faço parte do quadro social da Coopel e já fui conselheiro. Hoje estou no quarto mandato como diretor na cooperativa”, enumera. Sua missão é defender a cooperativa e os produtores, ao mesmo

tempo em que luta para trazer as melhores condições e resultados para os dois lados. “É um orgulho muito grande e uma responsabilidade enorme”. Rogério considera que a Coopel é a principal instituição que dá suporte aos produtores rurais da região. “Sem uma cooperativa igual a nossa em Pompéu, o homem do campo estaria desamparado”, acredita. “A Coopel se empenha em fornecer os melhores produtos e profissionais para o seu associado com preços acessíveis”. “Por isso, clamo para que os produtores valorizem e usem os trabalhos da Cooperativa, conheçam mais os nossos serviços e confiem em nossa competência. A Coopel é uma empresa séria que presta importantes serviços ao produtor. Não estamos no mercado há 54 anos à toa”, frisa.

 

“Quando meu pai morreu, eu herdei 86 hectares, e depois comprei outras partes”, relata. Na parte agrícola a propriedade tem o plantio de milho para grão e silagem para venda e produção de leite. “Em breve vamos fazer um plantio de feijão. Acabamos de sair de uma safra de milho no momento e estou me preparando para a safra de feijão nos três pivôs”, explica Rogério. Na parte leiteira a propriedade tem 55 cabeças de gado em lactação que rendem de 800 a 900 litros de leite por dia. A meta de Rogério é atingir a marca de 2 mil litros de leite por dia em 2021. A rotina na propriedade começa às 5h da manhã. Ao lado dos seus funcionários, Rogério fiscaliza e cuida das áreas do pivô e também do leite. Ele divide todas essas atividades com os compromissos com a Coopel.

A Fazenda Brito é administrada por Rogério, junto com sua ex-esposa e pelo seu filho mais velho, o engenheiro Rogério de Campos Freitas Filho, de 32 anos. Além dele, Rogério é pai da arquiteta Clarissa Maria de Campos Freitas, 27 anos, e do médico João Pedro de Campos Freitas, de 29 anos. O fazendeiro vai continuar a investir em melhorias técnicas para as atividades de sua fazenda com os serviços da Coopel. “A Cooperativa oferece o melhor para os produtores. Os profissionais recebem o melhor treinamento técnico para atendê-los e os produtos são os melhores do mercado. Por isso, tivemos um aumento de 16% nas vendas em 2019. Isso não aconteceu à toa”, exemplifica. “Temos produtos bons e atendimento de qualidade”.

Sempre alçando novos vôos

9 de Fevereiro 2020

A colaboradora do setor Conta Corrente, Márcia Ferreira da Silva, 18 anos, está na Cooperativa há apenas um ano e 10 meses. “Ingressei como menor aprendiz na Coopel Modas, onde fiquei cerca de quatro meses”. No ano passado, após trabalhar na Superleite, Márcia foi convidada para o setor administrativo, onde trabalhou como secretária. “Fiquei nessa função por um tempo até que meu prazo do contrato de menor aprendiz venceu e fui contratada”, comemora. Após cobrir férias de uma colega no setor de crédito e cobrança, Márcia ingressou, via processo seletivo, para o setor de conta corrente.

 

O grande sonho da colaboradora é trabalhar como agrônoma na Cooperativa. “Estou no primeiro período do curso de agronomia e gosto muito do que estou fazendo no meu setor, mas, é uma área que eu gostaria de atuar. E, como a Coopel consegue me dar essa oportunidade, acredito que vou trabalhar aqui como agrônoma no futuro”, profetiza. A Cooperativa colabora com a formação de Márcia ao custear 30% da bolsa de estudos.

 

“Sou muito grata por tudo o que a empresa me proporciona. A Coopel sempre incentiva os associados e colaboradores a crescer e estudar”, declara. “Com esforço, a gente consegue chegar lá no topo. Quero continuar subindo de cargo e trabalhar na área que eu sonho dentro da Cooperativa”. Para a jovem, a Coopel é uma empresa que atrai grandes talentos por conta da política de crescimento ofertada através de bolsas de estudos e plano de carreira para os funcionários. “Sempre somos motivados a crescer e trabalhar em equipe. Somos treinados para atender cada vez melhor os nossos associados. Assim, ajudamos a Coopel a ser uma referência”, acredita. “Fora isso, a empresa é muito respeitada em toda região”.

 

Nascida em Pompéu, a funcionária dedica sua vida ao trabalho e aos estudos no momento. “Trabalho das 7h30 às 16h45 e estudo à noite”, conta. Nos fins de semana, quando não se dedica aos livros, Márcia gosta de ir para a fazenda da avó. “Adoro roça e gosto muito de viajar”, revela. “Atualmente passo os fins de semana estudando”, explica. 

A simplicidade do dia-a-dia

25 de Outubro 2019

O fazendeiro Alberto Campos Dutra, 63 anos, dono da Fazenda Barra Velha, em Martinho Campos, transborda simplicidade e trabalho numa rotina muito rigorosa, as vezes exaustiva, mas, prazerosa. “A gente acorda às três da manhã, faz uma pausa na hora do almoço e retornamos às atividades na parte da tarde”, relata.

Apaixonado pela simplicidade da vida no campo, paixão que herdou do pai, o produtor afirma que jamais viveria em espaços urbanos. “Eu não daria conta da vida na cidade! Meu pai trabalhou na roça, nos ensinou esse ofício e agora eu o passo para a minha família”, justifica.

Casado com Doralice Maria da Silva Campos, com quem tem três filhos, Sandra Aparecida Campos Dutra, Alex Campos Dutra e Arther Campos Dutra, Alberto conta com a ajuda da esposa, de dois de seus filhos e uma nora para cuidar da propriedade. “Pretendo manter a fazenda como um negócio de família”, planeja.

Hoje a Fazenda Barra Velha tem um total de 200 cabeças de gado, sendo que 150 vacas estão em lactação. A produção diária é de dois mil litros de leite. “Esse é o resultado de trabalho sete dias por semana, de sol a sol, quase 24 horas por dia”, conta. Além de muito esforço, o fazendeiro conta, há cerca de 45 anos, com o auxílio da Coopel. “Sou associado desde o princípio da Cooperativa.

Os insumos da Coopel são da melhor qualidade. Compro fubá, ração, soja, gás e mineral”, enumera. “Só compro fora
de lá o que é muito diferente, caso de alguma mistura específica. Sou cooperado fiel e não saio da empresa por que a Coopel é a melhor do setor. Recomendo para todo mundo!”, garante.

Apesar das dificuldades, o fazendeiro alimenta o otimismo e espera um cenário de mais lucros e benefícios para os produtores de leite no mercado econômico. “Infelizmente os preços dos insumos subiram muito, o que prejudica os ganhos”, lamenta. Mas, para reverter o quadro negativo, Alberto tem a solução: “Penso que os produtores deveriam estar mais unidos”, clama.

Amizade de longa data

24 de Outubro 2019

A família de Mário Lúcio Campos Machado, 59 anos, proprietário da Fazenda Marruás, em Pompéu Velho, é associada
da Coopel há 54 anos. O produtor sempre contou com a orientação dos técnicos e as melhores condições para a compra de insumos. “A Coopel sempre me ajudou demais porque fazemos a compra parcelada. Ainda tem os profissionais que nos ajudam na hora da compra e uma equipe muito boa de técnicos”, elogia Mário Lúcio.

O produtor costuma comprar todos os insumos (farelo de soja, milho integral moído, adubo, entre outros) na Coopel. “Os agrônomos, veterinários e vendedores são muito especiais como o Edilúcio, Geraldo, César e o Leandro. O Geraldo acompanha as lavouras e temos um excelente suporte toda vez que precisamos”, enumera. O agrônomo Geraldo Roberto da Coopel explica que a instalação do novo sistema de pivô de 20 hectares foi um investimento que transformou o caso de Mário Lúcio num grande sucesso: “Na primeira lavoura tivemos uma produtividade de 48 toneladas por hectare obtidas apenas com correção feita com gesso, calcário e adubações necessárias”, explica.

“Agora estamos com a lavoura instalada no ponto de silagem e acredito que vamos atingir 55 toneladas de silagem (matéria verde) por hectare”. O grupo acompanhou de perto o plantio, o controle de pragas e ervas daninhas, por exemplo. Hoje a propriedade está no ponto mais importante desse processo, a silagem. “Esse momento é crucial. Se nosso assessorado cortar na hora errada, ele perderá dinheiro. A gente procura acertar esses ponteiros para o produtor”, pontua.

O fazendeiro também tem investido em piquetes rotacionados com o acompanhamento da veterinária Adriana. Com isso, Mário Lúcio passou a pesar o leite, a mensurar os números, distribuir a ração de forma mais correta, como, por exemplo, dar mais ração para o animal que produz mais leite. “Hoje a fazenda conta com investimentos em silagem de alta qualidade, melhoramento genético e agora passamos a fazer piquetes rotacionados para melhorar a qualidade do leite”.

A Coopel cobre todas as áreas da fazenda com insumos, produtos veterinários e toda a assistência técnica. No entanto, para Edilúcio, vendedor externo, o grande motor do crescimento da fazenda é a família de Mário Lúcio. “Nós percebemos que são pessoas que se dedicam a melhorar a qualidade do leite, da fazenda em si, e, principalmente, a vida dos filhos”.

Edilúcio acompanha a propriedade há 14 anos. “É uma fazenda que apresentou grande evolução. Era uma propriedade que não dava toque nas vacas, não pesava o leite e comprava ração pronta. Com toda conversa, passamos a fazer a ração aqui na fazenda com os insumos comprados na Coopel com preço cada vez mais acessível”, enumera. Com isso, a fazenda de Mário Lúcio produz muito mais leite e silagem de alta qualidade.

A propriedade produz cerca de 2.200 litros de leite todos os dias, possui 170 vacas em lactação e um total de 800 cabeças. Recentemente Mário Lúcio construiu os piquetes, fez melhorias no curral e sombrites, além do pivô, feito há dois anos com a orientação da técnica Adriana. “O pivô tem nos ajudado muito a melhorar o gado”, comemora.

Mário Lúcio admite que tantas mudanças seriam mais difíceis de serem realizadas sem o direcionamento da Coopel. “Nós teríamos muito mais dificuldades em executar tantas coisas boas. Por isso, quero agradecer ao presidente da Cooperativa e pedir mais união aos produtores para que melhorias aconteçam para todos nós”.

O fazendeiro é casado com Luiza Maria de Campos e o casal tem três filhos: Camila Campos Machado, João Paulo de Campos Machado e Marcus Vinícius de Campos Machado. 

Cuidado com os bezerros

24 de Outubro 2019

A criação de bezerros é uma das atividades principais em um sistema de produção de leite e de corte, pois é através dela que se consegue o aumento do rebanho e o melhoramento genético dos animais. Obter baixas taxas de morbidade e mortalidade em um sistema de criação é um fator muito importante para se alcançar o sucesso. Nas primeiras semanas de vida dos bezerros eles exigem proteção e cuidados especiais, exigindo um manejo que tem como objetivo a prevenção de doenças e um bom estado nutricional, fazendo assim com que o animal cresça de forma saudável.

Em um sistema de criação de bezerros é muito importante que se tenha higiene, realizando a limpeza e a manutenção do ambiente, buscando mantê-lo seco e bem ventilado. A alimentação é composta por leite, alimento concentrado, feno e capim de boa qualidade. Em locais onde se utiliza mamadeiras e baldes para aleitamento, deverão ser bem lavados após cada uso, pois o leite é um ótimo meio de cultura, e sendo assim, pode carregar um grande número de micro-organismos.

Os cochos onde é fornecida a ração devem ser limpos diariamente para evitar que se tenha deterioração e fermentação de ração. Devem ser protegidos ao máximo das condições estressantes, como frio e o calor excessivo por exemplo.

A cura do umbigo deve ser realizada logo após o nascimento do bezerro com solução adequada, e de-ve ser repetida até duas vezes ao dia, até sua completa desidratação e queda. Este procedimento impede com que os micro-organismos responsáveis por causar doenças entrem e se multipliquem, evitando que cheguem a circulação sanguínea e não levem focos de infecção a nenhum órgão.

Por: Guilherme Castelo Branco
Veterinário - CRMV-MG 19032
CUIDADOS COM OS BEZERROS
Fontes:
www.embrapa.com.br
www.educapoint.com.br