Um homem da agropecuária e da agricultura

Gente Nossa

postado em 14 / 2 / 2020 | atualizado em 23 / 4 / 2020

Rogério de Campos Freitas, 58 anos, cresceu junto com a Coopel. Filho de fazendeiro, o produtor rural, que também integra a diretoria da Cooperativa, é dono da Fazenda Brito, uma propriedade com 210 hectares que são explorados para a agricultura e para a produção leiteira. “É uma herança de família”, revela.

 

Nascido em Pompéu, Rogério sempre acompanhou seu pai Otoniel Mendes de Freitas na lida. “Fui criado numa família de sete filhos na fazenda Pedro Moreira ajudando, desde menino, na tiragem de leite e na roça”, relembra. Após estudar em Belo Horizonte, o fazendeiro retornou para o seio familiar. “Vim trabalhar com meu pai na fazenda Brito e estou lá até hoje cuidando da nossa raiz no leite. Meu pai foi um dos maiores produtores de leite da Cooperativa de Pompéu”, exalta. O pai de Rogério foi um dos fundadores da Coopel, por isso, a familiaridade do fazendeiro com a principal cooperativa de Pompéu e região é tão forte. “A minha ligação com a Coopel vem desde cedo. Eu já acompanhava as assembleias da cooperativa junto com meu pai”, relembra. Essa proximidade desenvolveu em Rogério uma grande simpatia pelo cooperativismo.

 

“Sou fã de Cooperativa! Faço parte do quadro social da Coopel e já fui conselheiro. Hoje estou no quarto mandato como diretor na cooperativa”, enumera. Sua missão é defender a cooperativa e os produtores, ao mesmo

tempo em que luta para trazer as melhores condições e resultados para os dois lados. “É um orgulho muito grande e uma responsabilidade enorme”. Rogério considera que a Coopel é a principal instituição que dá suporte aos produtores rurais da região. “Sem uma cooperativa igual a nossa em Pompéu, o homem do campo estaria desamparado”, acredita. “A Coopel se empenha em fornecer os melhores produtos e profissionais para o seu associado com preços acessíveis”. “Por isso, clamo para que os produtores valorizem e usem os trabalhos da Cooperativa, conheçam mais os nossos serviços e confiem em nossa competência. A Coopel é uma empresa séria que presta importantes serviços ao produtor. Não estamos no mercado há 54 anos à toa”, frisa.

 

“Quando meu pai morreu, eu herdei 86 hectares, e depois comprei outras partes”, relata. Na parte agrícola a propriedade tem o plantio de milho para grão e silagem para venda e produção de leite. “Em breve vamos fazer um plantio de feijão. Acabamos de sair de uma safra de milho no momento e estou me preparando para a safra de feijão nos três pivôs”, explica Rogério. Na parte leiteira a propriedade tem 55 cabeças de gado em lactação que rendem de 800 a 900 litros de leite por dia. A meta de Rogério é atingir a marca de 2 mil litros de leite por dia em 2021. A rotina na propriedade começa às 5h da manhã. Ao lado dos seus funcionários, Rogério fiscaliza e cuida das áreas do pivô e também do leite. Ele divide todas essas atividades com os compromissos com a Coopel.

A Fazenda Brito é administrada por Rogério, junto com sua ex-esposa e pelo seu filho mais velho, o engenheiro Rogério de Campos Freitas Filho, de 32 anos. Além dele, Rogério é pai da arquiteta Clarissa Maria de Campos Freitas, 27 anos, e do médico João Pedro de Campos Freitas, de 29 anos. O fazendeiro vai continuar a investir em melhorias técnicas para as atividades de sua fazenda com os serviços da Coopel. “A Cooperativa oferece o melhor para os produtores. Os profissionais recebem o melhor treinamento técnico para atendê-los e os produtos são os melhores do mercado. Por isso, tivemos um aumento de 16% nas vendas em 2019. Isso não aconteceu à toa”, exemplifica. “Temos produtos bons e atendimento de qualidade”.


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Um homem da agropecuária e da agricultura

14 de Fevereiro 2020

Rogério de Campos Freitas, 58 anos, cresceu junto com a Coopel. Filho de fazendeiro, o produtor rural, que também integra a diretoria da Cooperativa, é dono da Fazenda Brito, uma propriedade com 210 hectares que são explorados para a agricultura e para a produção leiteira. “É uma herança de família”, revela.

 

Nascido em Pompéu, Rogério sempre acompanhou seu pai Otoniel Mendes de Freitas na lida. “Fui criado numa família de sete filhos na fazenda Pedro Moreira ajudando, desde menino, na tiragem de leite e na roça”, relembra. Após estudar em Belo Horizonte, o fazendeiro retornou para o seio familiar. “Vim trabalhar com meu pai na fazenda Brito e estou lá até hoje cuidando da nossa raiz no leite. Meu pai foi um dos maiores produtores de leite da Cooperativa de Pompéu”, exalta. O pai de Rogério foi um dos fundadores da Coopel, por isso, a familiaridade do fazendeiro com a principal cooperativa de Pompéu e região é tão forte. “A minha ligação com a Coopel vem desde cedo. Eu já acompanhava as assembleias da cooperativa junto com meu pai”, relembra. Essa proximidade desenvolveu em Rogério uma grande simpatia pelo cooperativismo.

 

“Sou fã de Cooperativa! Faço parte do quadro social da Coopel e já fui conselheiro. Hoje estou no quarto mandato como diretor na cooperativa”, enumera. Sua missão é defender a cooperativa e os produtores, ao mesmo

tempo em que luta para trazer as melhores condições e resultados para os dois lados. “É um orgulho muito grande e uma responsabilidade enorme”. Rogério considera que a Coopel é a principal instituição que dá suporte aos produtores rurais da região. “Sem uma cooperativa igual a nossa em Pompéu, o homem do campo estaria desamparado”, acredita. “A Coopel se empenha em fornecer os melhores produtos e profissionais para o seu associado com preços acessíveis”. “Por isso, clamo para que os produtores valorizem e usem os trabalhos da Cooperativa, conheçam mais os nossos serviços e confiem em nossa competência. A Coopel é uma empresa séria que presta importantes serviços ao produtor. Não estamos no mercado há 54 anos à toa”, frisa.

 

“Quando meu pai morreu, eu herdei 86 hectares, e depois comprei outras partes”, relata. Na parte agrícola a propriedade tem o plantio de milho para grão e silagem para venda e produção de leite. “Em breve vamos fazer um plantio de feijão. Acabamos de sair de uma safra de milho no momento e estou me preparando para a safra de feijão nos três pivôs”, explica Rogério. Na parte leiteira a propriedade tem 55 cabeças de gado em lactação que rendem de 800 a 900 litros de leite por dia. A meta de Rogério é atingir a marca de 2 mil litros de leite por dia em 2021. A rotina na propriedade começa às 5h da manhã. Ao lado dos seus funcionários, Rogério fiscaliza e cuida das áreas do pivô e também do leite. Ele divide todas essas atividades com os compromissos com a Coopel.

A Fazenda Brito é administrada por Rogério, junto com sua ex-esposa e pelo seu filho mais velho, o engenheiro Rogério de Campos Freitas Filho, de 32 anos. Além dele, Rogério é pai da arquiteta Clarissa Maria de Campos Freitas, 27 anos, e do médico João Pedro de Campos Freitas, de 29 anos. O fazendeiro vai continuar a investir em melhorias técnicas para as atividades de sua fazenda com os serviços da Coopel. “A Cooperativa oferece o melhor para os produtores. Os profissionais recebem o melhor treinamento técnico para atendê-los e os produtos são os melhores do mercado. Por isso, tivemos um aumento de 16% nas vendas em 2019. Isso não aconteceu à toa”, exemplifica. “Temos produtos bons e atendimento de qualidade”.

Sempre alçando novos vôos

9 de Fevereiro 2020

A colaboradora do setor Conta Corrente, Márcia Ferreira da Silva, 18 anos, está na Cooperativa há apenas um ano e 10 meses. “Ingressei como menor aprendiz na Coopel Modas, onde fiquei cerca de quatro meses”. No ano passado, após trabalhar na Superleite, Márcia foi convidada para o setor administrativo, onde trabalhou como secretária. “Fiquei nessa função por um tempo até que meu prazo do contrato de menor aprendiz venceu e fui contratada”, comemora. Após cobrir férias de uma colega no setor de crédito e cobrança, Márcia ingressou, via processo seletivo, para o setor de conta corrente.

 

O grande sonho da colaboradora é trabalhar como agrônoma na Cooperativa. “Estou no primeiro período do curso de agronomia e gosto muito do que estou fazendo no meu setor, mas, é uma área que eu gostaria de atuar. E, como a Coopel consegue me dar essa oportunidade, acredito que vou trabalhar aqui como agrônoma no futuro”, profetiza. A Cooperativa colabora com a formação de Márcia ao custear 30% da bolsa de estudos.

 

“Sou muito grata por tudo o que a empresa me proporciona. A Coopel sempre incentiva os associados e colaboradores a crescer e estudar”, declara. “Com esforço, a gente consegue chegar lá no topo. Quero continuar subindo de cargo e trabalhar na área que eu sonho dentro da Cooperativa”. Para a jovem, a Coopel é uma empresa que atrai grandes talentos por conta da política de crescimento ofertada através de bolsas de estudos e plano de carreira para os funcionários. “Sempre somos motivados a crescer e trabalhar em equipe. Somos treinados para atender cada vez melhor os nossos associados. Assim, ajudamos a Coopel a ser uma referência”, acredita. “Fora isso, a empresa é muito respeitada em toda região”.

 

Nascida em Pompéu, a funcionária dedica sua vida ao trabalho e aos estudos no momento. “Trabalho das 7h30 às 16h45 e estudo à noite”, conta. Nos fins de semana, quando não se dedica aos livros, Márcia gosta de ir para a fazenda da avó. “Adoro roça e gosto muito de viajar”, revela. “Atualmente passo os fins de semana estudando”, explica. 

A simplicidade do dia-a-dia

25 de Outubro 2019

O fazendeiro Alberto Campos Dutra, 63 anos, dono da Fazenda Barra Velha, em Martinho Campos, transborda simplicidade e trabalho numa rotina muito rigorosa, as vezes exaustiva, mas, prazerosa. “A gente acorda às três da manhã, faz uma pausa na hora do almoço e retornamos às atividades na parte da tarde”, relata.

Apaixonado pela simplicidade da vida no campo, paixão que herdou do pai, o produtor afirma que jamais viveria em espaços urbanos. “Eu não daria conta da vida na cidade! Meu pai trabalhou na roça, nos ensinou esse ofício e agora eu o passo para a minha família”, justifica.

Casado com Doralice Maria da Silva Campos, com quem tem três filhos, Sandra Aparecida Campos Dutra, Alex Campos Dutra e Arther Campos Dutra, Alberto conta com a ajuda da esposa, de dois de seus filhos e uma nora para cuidar da propriedade. “Pretendo manter a fazenda como um negócio de família”, planeja.

Hoje a Fazenda Barra Velha tem um total de 200 cabeças de gado, sendo que 150 vacas estão em lactação. A produção diária é de dois mil litros de leite. “Esse é o resultado de trabalho sete dias por semana, de sol a sol, quase 24 horas por dia”, conta. Além de muito esforço, o fazendeiro conta, há cerca de 45 anos, com o auxílio da Coopel. “Sou associado desde o princípio da Cooperativa.

Os insumos da Coopel são da melhor qualidade. Compro fubá, ração, soja, gás e mineral”, enumera. “Só compro fora
de lá o que é muito diferente, caso de alguma mistura específica. Sou cooperado fiel e não saio da empresa por que a Coopel é a melhor do setor. Recomendo para todo mundo!”, garante.

Apesar das dificuldades, o fazendeiro alimenta o otimismo e espera um cenário de mais lucros e benefícios para os produtores de leite no mercado econômico. “Infelizmente os preços dos insumos subiram muito, o que prejudica os ganhos”, lamenta. Mas, para reverter o quadro negativo, Alberto tem a solução: “Penso que os produtores deveriam estar mais unidos”, clama.